Resultados Preliminares

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Resultados Preliminares de Julho 2019

Julho 2019

As vendas acumuladas de cimento em 2019 (janeiro a julho) chegaram ao montante de 30,8 milhões de toneladas, um aumento de 2,8% sobre igual período do ano passado, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC).

No mês de julho as vendas de cimento no Brasil somaram 5 milhões de toneladas, um crescimento de 8,1% em relação ao mesmo mês de 2018.

As vendas internas por dia útil em julho - que considera o número de dias trabalhados e tem forte influência no consumo de cimento - apresentaram alta de 1,2% em relação a junho, de 3,8% sobre julho de 2018 e de 2,5% no acumulado do ano.

Já nos últimos 12 meses (agosto de 2018 a julho de 2019), as vendas acumuladas atingiram 53,5 milhões de toneladas de cimento, um aumento de 1,3% em comparação com o mesmo período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018).

Segundo Paulo Camillo Penna, presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), o segundo semestre começa com um crescimento mais robusto. “Conforme já era esperado o segundo semestre iniciou com um melhor desempenho. A eminente aprovação da Reforma da Previdência, o desempenho do mercado de construção imobiliária e a retomada das obras do programa Minha Casa Minha Vida contribuíram significativamente para o resultado”, completa o executivo.

O mercado imobiliário continua sendo um importante vetor no desempenho da indústria. “O número de financiamentos para novas construções continua numa trajetória de alta. Por outro lado, não podemos comprometer o financiamento habitacional com politicas de incentivos ao consumo, com riscos de frear a retomada da construção civil e consequentemente do consumo de cimento”, afirmou Paulo Camillo Penna.

Consumo aparente e importação

O consumo aparente de cimento em julho, que compreende as vendas internas mais as importações, totalizaram 5 milhões de toneladas, uma alta de 7,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O acumulado do ano cresceu 2,7%.

Ao comparar os últimos 12 meses (agosto de 2018 a julho de 2019), a alta no consumo atingiu 1,1% em relação ao mesmo período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018).

”Outros fatores podem atrapalhar o desempenho da atividade, como o permanente aumento dos custos da indústria e, especialmente, a indefinição quanto à politica de frete, cujo atual tabelamento vem gerando forte instabilidade e incerteza para setor”, completa o executivo.

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